Cabo Cardoso propõe a implantação de centro de equoterapia para pessoas com deficiência e neurodivergentes em Caruaru

Cabo Cardoso propõe a implantação de centro de equoterapia para pessoas com deficiência e neurodivergentes em Caruaru

30 de setembro de 2026 Off Por blogem

Uma nova pauta voltada à saúde, inclusão e qualidade de vida está sendo articulada para Caruaru e pode beneficiar famílias de todo o Agreste de Pernambuco. O candidato a deputado estadual Cabo Cardoso propõe a I mplantação, no município, de um Centro de Tratamento com Equoterapia voltado especialmente ao atendimento de pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes.

A proposta busca ampliar o acesso das famílias a um atendimento especializado e multidisciplinar, oferecendo uma alternativa terapêutica que utiliza o cavalo como parte do processo de reabilitação.

Além dos aspectos relacionados à reabilitação, a equoterapia pode integrar ações voltadas ao desenvolvimento motor, à autonomia e à participação social, dentro de uma abordagem multidisciplinar.

Para Cabo Cardoso, a iniciativa representa uma pauta importante não apenas para Caruaru, mas para toda a região do Agreste, especialmente para as chamadas famílias atípicas, que enfrentam diariamente desafios para encontrar atendimento especializado e contínuo.

“Essa é uma pauta que precisa ser tratada com responsabilidade, planejamento e, principalmente, sensibilidade. Já estou em articulações para que esse projeto possa se tornar realidade o quanto antes e para que Caruaru possa oferecer mais uma alternativa de cuidado e desenvolvimento para as pessoas com deficiência e neurodivergentes”, afirma Cabo Cardoso.

A proposta também busca contribuir para o fortalecimento das políticas públicas de atenção às pessoas com deficiência e neurodivergentes, ampliando as possibilidades de atendimento e acolhimento para essas famílias.

A intenção é que o projeto possa representar um novo espaço de acolhimento e atendimento para Caruaru e municípios vizinhos, fortalecendo a rede de apoio às pessoas com deficiência, às pessoas neurodivergentes e às suas famílias.
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Foto: Divulgação