Relatório da Transição da Gestão 2012/2016 apresentado a imprensa
23 de janeiro de 2017Na secretaria de Educação, a prefeitura não investiu os 25% obrigados por lei, ficando em 17,18% na pasta, o município não aplicou o percentual de 60% das receitas fornecidas pelo FUNDEB para gastos com salários dos professores.
Os gastos com folha de pessoal foi de 50,99%, estando no limite do que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal. O grande número de contratações temporárias na gestão anterior, chamou a atenção no relatório. Em outubro de 2016 o número de contratos era de 5.412, correspondendo a 62% do total. No ano de 2015 o TCE julgou irregulares as 5.251 contratações temporários, mas, o município recorreu.
Dificuldade histórica foi apresentada no relatório em relação a Procuradoria do Município, na Secretaria da Fazenda, com falta de concurso público para a função de procurador e auditor fiscal.
Serviços essenciais sem qualquer encaminhamento contratual, sem conclusão da licitação necessária e elaboração de um novo contrato, foram destacados por Bruno Costa. A coleta de lixo gerou o débito superior a R$ 10 milhões ao município com a empresa que executou os serviços nos últimos seis meses da gestão, o mesmo fato foi registrado no serviço de iluminação pública. Do mesmo jeito, existem contratos na educação, com o fornecimento da merenda escolar, fardamento e material escolar. Além de fornecimento de água por meio de carros pipas.
Todos as informações acima citadas, são da Comissão de Transição da prefeita Raquel Lyra (PSDB).