Pernambuco mudou de ritmo: das obras paradas às entregas – Por Oscar Mariano
1 de julho de 2026Quando o presidente da ALEPE e pré-candidato, bem como um vereador de Caruaru afirmam que “quem conhece a governadora de perto, não vota nela”, eles tentam transformar uma eleição em uma disputa de impressões pessoais, e fica claro que essa será uma das táticas da oposição. Mas democracia não se decide por simpatia de bastidor; decide-se pelos resultados entregues à população.
O pernambucano sabe distinguir discurso de obra. Afinal, durante 16 anos de governos do PSB, Pernambuco acumulou equipamentos públicos inacabados, obras paralisadas e promessas que nunca saíram do papel. Em apenas três anos e meio de gestão, Raquel Lyra encontrou um Estado com graves problemas fiscais, serviços públicos deteriorados e investimentos represados. Ainda assim, optou por fazer aquilo que muitos prometeram e não fizeram: concluir obras e colocar equipamentos para funcionar.
Em Caruaru, o exemplo mais emblemático é o Hospital da Mulher do Agreste. A obra foi iniciada em 2013, atravessou praticamente toda a gestão do PSB sem ser concluída e permaneceu durante anos como símbolo do abandono. Coube à gestão da governadora Raquel Lyra retomar os investimentos, finalizar a estrutura e entregar uma unidade com 190 leitos, capacidade para cerca de 700 partos por mês e atendimento para mais de 50 municípios do Agreste.
A recuperação do Hospital Regional do Agreste também representa uma mudança de postura. A unidade recebeu requalificação estrutural, novos equipamentos, modernização de setores e ampliação da capacidade de atendimento, enfrentando problemas que se arrastavam havia anos.
Na infraestrutura, o governo estadual voltou a investir na recuperação de rodovias, destravou projetos de mobilidade, ampliou investimentos em abastecimento de água e saneamento e retomou obras que permaneceram anos aguardando execução. Somente em Caruaru, novos investimentos foram autorizados para ampliação do sistema de esgotamento sanitário, melhoria da Estação de Tratamento de Água do Salgado e expansão do abastecimento para a zona rural.
A diferença entre os dois modelos de gestão é evidente. Enquanto Pernambuco passou 16 anos convivendo com cronogramas adiados, hospitais inacabados e grandes obras que nunca eram entregues, a atual administração passou a priorizar a conclusão daquilo que estava parado antes de anunciar novos empreendimentos. Isso não significa que todos os problemas tenham sido resolvidos. Mas há uma diferença fundamental entre herdar obras paralisadas e efetivamente concluí-las.
Na política, ataques pessoais podem render manchetes por um dia. Obras entregues, hospitais funcionando, barreiras de contenção, estradas recuperadas e investimentos chegando aos municípios permanecem beneficiando a população por décadas.
Por isso, a pergunta que realmente importa ao eleitor não é quem conhece a governadora de perto. A pergunta é: quem entregou mais resultados para Pernambuco? Quando a comparação é feita entre 16 anos de promessas acumuladas e três anos e meio de obras retomadas e equipamentos finalmente colocados em funcionamento, os fatos falam muito mais alto do que qualquer frase de efeito.
Por Oscar Mariano – Analista Político.
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Foto: Divulgação


