{"id":72810,"date":"2021-08-03T17:00:14","date_gmt":"2021-08-03T20:00:14","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/?p=72810"},"modified":"2021-08-03T17:20:53","modified_gmt":"2021-08-03T20:20:53","slug":"morre-ex-governador-de-pernambuco-joaquim-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/2021\/08\/03\/morre-ex-governador-de-pernambuco-joaquim-francisco\/","title":{"rendered":"Morre ex-governador de Pernambuco, Joaquim Francisco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Morreu na tarde desta ter\u00e7a-feira (03), o ex-governador de Pernambuco Joaquim Francisco Cavalcanti, que foi prefeito do Recife, deputado federal, ministro e articulador pol\u00edtico no Estado. Ele estava internado no Hospital Portugu\u00eas, na \u00e1rea central do Recife, onde tratava de um c\u00e2ncer no p\u00e2ncreas.<\/p>\n<p><strong>Biografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti<\/i>\u00a0nasceu em Recife no dia 14 de abril de 1948, filho de Jos\u00e9 Francisco de Melo Cavalcanti e de Creusa Arcoverde de Freitas Cavalcanti. Seu tio, Jos\u00e9 Francisco de Moura Cavalcanti, foi governador de Pernambuco (1975-1979).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Iniciou seus estudos universit\u00e1rios em 1966, na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe). Neste mesmo ano filiou-se \u00e0 Alian\u00e7a Renovadora Nacional (Arena), partido de sustenta\u00e7\u00e3o ao regime militar instalado no pa\u00eds em abril de 1964. Um ano depois, foi nomeado oficial-de-gabinete do governador Nilo Coelho (1967-1971), cargo que ocupou at\u00e9 1970, quando se formou em advocacia. Ainda nesse ano, tornou-se assistente da presid\u00eancia do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA). Cinco anos depois, deixou este \u00f3rg\u00e3o para ser presidente da Comiss\u00e3o de Defesa Civil de Pernambuco. Ainda em 1975, foi nomeado secret\u00e1rio de Trabalho e A\u00e7\u00e3o Social no governo de seu tio Moura Cavalcanti (1975-1979), cargo que ocuparia at\u00e9 1979.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1977, assumiu o cargo de presidente do conselho de administra\u00e7\u00e3o da Companhia de Habita\u00e7\u00e3o Popular (Cohab). No ano seguinte, tornou-se procurador judicial da Junta Comercial do estado. Atuando na iniciativa privada, entre 1979 e 1980 foi diretor administrativo-financeiro da Companhia de Alum\u00ednio do Nordeste.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a extin\u00e7\u00e3o do bipartidarismo, ocorrida em novembro de 1979, e a conseq\u00fcente reorganiza\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria, Joaquim Francisco transferiu-se para o Partido Democr\u00e1tico Social (PDS), legenda que sucedeu a Arena em seu apoio ao regime militar. Filiado a este partido, em 1981 foi nomeado prefeito do Recife pelo governador Roberto Magalh\u00e3es. Em 1984, defendeu a emenda Dante de Oliveira, que, apresentada na C\u00e2mara dos Deputados, propunha o restabelecimento das elei\u00e7\u00f5es diretas para presidente da Rep\u00fablica em novembro daquele ano. Entretanto, como a emenda n\u00e3o obteve o n\u00famero de votos indispens\u00e1veis \u00e0 sua aprova\u00e7\u00e3o \u2014 faltaram 22 para que a emenda pudesse ser encaminhada \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o pelo Senado \u2014, foi definida a elei\u00e7\u00e3o pelo Col\u00e9gio Eleitoral, que se reuniu em 15 de janeiro de 1985. Joaquim Francisco apoiou o candidato oposicionista Tancredo Neves, que derrotou pela via indireta o candidato do regime militar, Paulo Maluf, sendo eleito presidente da Rep\u00fablica pela Alian\u00e7a Democr\u00e1tica, uma uni\u00e3o do Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (PMDB) com a dissid\u00eancia do PDS abrigada na Frente Liberal. Contudo, Tancredo Neves n\u00e3o chegou a ser empossado na presid\u00eancia, vindo a falecer em 21 de abril de 1985. Seu substituto no cargo foi o vice Jos\u00e9 Sarney, que j\u00e1 vinha exercendo interinamente o cargo desde 15 de mar\u00e7o desse ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda em 1985, Joaquim Francisco migrou para o Partido da Frente Liberal (PFL), encerrando nesta legenda seu mandato \u00e0 frente da prefeitura de Recife. Em sua atua\u00e7\u00e3o como prefeito da capital pernambucana, beneficiou as comunidades carentes da cidade, conquistando grande prest\u00edgio popular. Em virtude de sua grande popularidade, atraiu a simpatia do ent\u00e3o ministro da Educa\u00e7\u00e3o e um dos nomes de maior proje\u00e7\u00e3o nacional do PFL, Marco Maciel, que o queria disputando o governo do estado no pleito de 15 de novembro de 1986. No entanto, Joaquim Francisco se candidatou a uma cadeira de deputado federal constituinte, sendo o nome mais votado da bancada do PFL pernambucano naquela legislatura, com uma vota\u00e7\u00e3o surpreendente em todo o chamado \u201cbols\u00e3o de pobreza\u201d, recebendo um total de 142.359 votos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Empossado em 1\u00ba de fevereiro de 1987, quando tiveram in\u00edcio os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte (ANC), no per\u00edodo de 30 de abril a 5 de agosto de 1987 licenciou-se do mandato parlamentar para exercer o cargo de ministro do Interior no governo Jos\u00e9 Sarney (1985-1990). Permaneceu por pouco tempo \u00e0 frente da pasta em virtude de um desentendimento com o superintendente da Superintend\u00eancia de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Dorani Sampaio, filiado ao PMDB, e por divergir do presidente da Rep\u00fablica, a quem criticara por \u201cfazer um governo de transi\u00e7\u00f5es fazendo transa\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De volta \u00e0 ANC, rompeu com o l\u00edder do PFL, o deputado baiano Jos\u00e9 Louren\u00e7o, e pregou o rompimento do partido com o governo Sarney. Nas vota\u00e7\u00f5es mais importantes da Constituinte, pronunciou-se a favor do mandado de seguran\u00e7a coletivo, da prote\u00e7\u00e3o ao emprego contra a demiss\u00e3o sem justa causa, do turno ininterrupto de seis horas, do aviso pr\u00e9vio proporcional, da pluralidade sindical, do presidencialismo e da anistia aos micro e pequenos empres\u00e1rios. Votou contra o rompimento de rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com pa\u00edses com pol\u00edtica de discrimina\u00e7\u00e3o racial, a pena de morte, a limita\u00e7\u00e3o do direito de propriedade privada, a remunera\u00e7\u00e3o 50% superior para o trabalho extra, a jornada semanal de 40 horas, a unicidade sindical, a soberania popular, o voto aos 16 anos, a nacionaliza\u00e7\u00e3o do subsolo, a estatiza\u00e7\u00e3o do sistema financeiro, a proibi\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio de sangue, o mandato de cinco anos para Sarney e a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de apoio \u00e0 reforma agr\u00e1ria. Absteve-se quanto ao aborto e \u00e0 limita\u00e7\u00e3o dos encargos da d\u00edvida externa. Ao votar contra o mandato de cinco anos para o presidente da Rep\u00fablica, Jos\u00e9 Sarney, atraiu a antipatia dos companheiros de partido sem conquistar nenhum entusiasmo dos defensores do mandato de quatro anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conselheiro do Instituto Roberto Simonsen (IRS), \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (FIESP), entre 1987 e 1988, elegeu-se prefeito de Recife em novembro desse \u00faltimo ano, por uma ampla coliga\u00e7\u00e3o que reunia o PFL, o PDS e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), al\u00e9m de outras agremia\u00e7\u00f5es de menor express\u00e3o. Foi empossado no cargo em janeiro de 1989. Durante a campanha para a elei\u00e7\u00e3o presidencial de 1989 \u2014 a primeira realizada pelo voto direto ap\u00f3s um intervalo de 29 anos \u2014, Joaquim Francisco retirou seu apoio ao candidato do PFL, Aureliano Chaves, apoiando entusiasticamente o ex-governador de Alagoas, Fernando Collor de Melo, candidato do Partido da Reconstru\u00e7\u00e3o Nacional (PRN). No seu ponto de vista, naquele momento Collor representava a restaura\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios \u00e9ticos e morais da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, que haviam sido abandonados pelo presidente Jos\u00e9 Sarney.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio de 1990, Joaquim Francisco desincompatibilizou-se do cargo de prefeito para concorrer ao governo pernambucano no pleito de outubro de 1990, na legenda do PFL, contando com o apoio expl\u00edcito do presidente Collor. Vencendo as elei\u00e7\u00f5es no primeiro turno, com 1.238.061 votos, assumiu o cargo em janeiro do ano seguinte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerado um pol\u00edtico de linhagem conservadora, o governador eleito de Pernambuco surpreendeu ao entregar cargos importantes no segundo escal\u00e3o do seu governo a ex-militantes de esquerda. Definindo-se como um pol\u00edtico que valorizava a compet\u00eancia como crit\u00e9rio para a forma\u00e7\u00e3o dos quadros administrativos, Joaquim Francisco justificou a presen\u00e7a de muitos antigos comunistas em sua equipe argumentando que \u201cessa gente que estava perdida desde a queda do muro de Berlim poderia trazer uma grande contribui\u00e7\u00e3o, ao complementar a efici\u00eancia do liberalismo com os ideais de solidariedade do socialismo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em agosto de 1992, \u00e0 medida que se avolumaram as suspeitas de envolvimento de Fernando Collor com o esquema de corrup\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de influ\u00eancia liderado pelo seu ex-tesoureiro Paulo C\u00e9sar Farias, no decorrer das investiga\u00e7\u00f5es da chamada \u201cCPI do PC\u201d, Joaquim Francisco rompeu politicamente com o presidente, pedindo a sua ren\u00fancia e tendo afirmado: \u201cA hist\u00f3ria n\u00e3o perdoa aqueles que se afastam da linha \u00e9tica de conduta.\u201d Essa postura provocou um distanciamento entre o governador pernambucano e o PFL, que naquele momento servia de base de sustenta\u00e7\u00e3o ao governo. No m\u00eas seguinte, tornando-se um defensor inflamado do impeachment de Fernando Collor, Joaquim Francisco manifestou seu apoio ao vice-presidente Itamar Franco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na montagem do governo Itamar, que assumiu interinamente a presid\u00eancia da Rep\u00fablica ap\u00f3s a C\u00e2mara dos Deputados ter acatado a abertura do processo de afastamento do presidente Collor, em 29 de setembro de 1992, Joaquim Francisco indicou o nome do seu ex-secret\u00e1rio de Fazenda, Gustavo Krause, para o Minist\u00e9rio da Fazenda, pedindo o apoio de seu partido ao novo presidente. No entanto, a indefini\u00e7\u00e3o do PFL em colocar-se a favor de Itamar Franco levou-o a deixar esta agremia\u00e7\u00e3o em outubro daquele ano. Cogitado para ingressar no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), ap\u00f3s ter sido contactado por Tasso Jereissati, Joaquim Francisco n\u00e3o se definiu por esta legenda devido \u00e0s dificuldades regionais \u2014 os tucanos eram aliados do prefeito de Recife, Jarbas Vasconcelos (PMDB), seu maior advers\u00e1rio pol\u00edtico em Pernambuco. Ap\u00f3s permanecer um certo per\u00edodo sem partido, voltou a integrar os quadros do PFL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s completar o mandato \u00e0 frente do Executivo pernambucano, Joaquim Francisco residiu em Washington entre 1995 e 1996, trabalhando como consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e, logo em seguida, do Banco Mundial. Paralelamente \u00e0 sua estada na capital norte-americana, exerceu o cargo de conselheiro do Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Federal e Reforma do Estado, na gest\u00e3o do ministro Lu\u00eds Carlos Bresser Pereira, mantendo-se nesta atribui\u00e7\u00e3o at\u00e9 1997. Retornou definitivamente ao Brasil no final de 1996, dedicando-se ao seu escrit\u00f3rio de advocacia em Recife.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No pleito de outubro de 1998, candidatou-se novamente a deputado federal na legenda do PFL. Obteve 81.986 votos, sendo o segundo mais votado do partido. Iniciou novo mandato em fevereiro de 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reelegeu-se para a C\u00e2mara em 2002, iniciando novo mandato em fevereiro de 2003. Neste mesmo ano transferiu-se para o PTB, onde permaneceu at\u00e9 2005, quando voltou ao PFL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Participou das Comiss\u00f5es de\u00a0Agricultura e Pol\u00edtica Rural,\u00a0Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural,\u00a0\u00a0Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio,\u00a0\u00a0Desenvolvimento Urbano,\u00a0Desenvolvimento Urbano e Interior,\u00a0Direitos Humanos e Minorias,\u00a0\u00a0Economia, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio,\u00a0Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel,\u00a0Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e de Defesa Nacional,\u00a0Trabalho, Administra\u00e7\u00e3o e Servi\u00e7o P\u00fablico,\u00a0Responsabilidade Fiscal, e\u00a0Microempresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Concorreu a mais um mandato de deputado federal por Pernambuco nas elei\u00e7\u00f5es de 2006, mas desta vez, mesmo obtendo quase 75 mil votos, conseguiu apenas uma supl\u00eancia. Deixou a C\u00e2mara ao final do mandato, em janeiro de 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em setembro de 2009 migrou para o Partido Socialista Brasileiro (PSB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano seguinte, participou do pleito de Outubro, como primeiro suplente de Senador, tendo sido eleito junto com Humberto Costa, do Partido dos Trabalhadores (PT), com mais de 3 milh\u00f5es de votos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Casou-se com S\u00edlvia Couceiro de Freitas Cavalcanti, com quem teve tr\u00eas filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publicou:\u00a0<em>Ideias e compromissos<\/em>\u00a0(1986),\u00a0<em>Uma Constitui\u00e7\u00e3o renovadora<\/em>\u00a0(1987),\u00a0<em>Assembleia Nacional Constituinte. A esperan\u00e7a chama-se povo<\/em>\u00a0(1988),\u00a0<em>Aspectos sociais econ\u00f4micos e pol\u00edticos do planejamento familiar<\/em>\u00a0(1988),\u00a0<em>A bandeira do trabalho<\/em>\u00a0(1992),\u00a0<em>Reafirma\u00e7\u00e3o de um ideal \u2014 miss\u00e3o e trajet\u00f3ria\u00a0<\/em>(1994)<em>\u00a0Moderniza\u00e7\u00e3o do Estado: novos<\/em>\u00a0caminhos (1998),\u00a0<em>Planejamento Familiar: uma volta \u00e0 quest\u00e3o<\/em>\u00a0(1999),\u00a0<em>C\u00e2mara dos Deputados. A palavra retomada<\/em>\u00a0(1999),\u00a0<em>Coer\u00eancia Parlamentar<\/em>\u00a0(2000),\u00a0<em>Renova\u00e7\u00e3o de compromisso<\/em>\u00a0(2001),\u00a0<em>Fidelidade a Pernambuco<\/em>\u00a0(2002),\u00a0<em>Turismo, emprego e outros temas<\/em>\u00a0(2003) e A\u00a0<em>servi\u00e7o de Pernambuco<\/em> (2005).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FONTES<\/strong>: ASSEMB. NAC. CONST.<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morreu na tarde desta ter\u00e7a-feira (03), o ex-governador de Pernambuco Joaquim Francisco Cavalcanti, que foi prefeito do Recife, deputado federal,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":72811,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14120],"tags":[2,19532,22350,1950],"class_list":["post-72810","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-blog-do-edvaldo-magalhaes","tag-blog-mais-acessado-e-visualizado-de-caruaru-e-regiao","tag-morre-ex-governador-de-pernambuco-joaquim-francisco","tag-noticias-de-caruaru"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72810"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72818,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72810\/revisions\/72818"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}