{"id":119538,"date":"2025-05-16T19:23:39","date_gmt":"2025-05-16T22:23:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/?p=119538"},"modified":"2025-05-16T19:39:04","modified_gmt":"2025-05-16T22:39:04","slug":"caruaru-168-anos-de-uma-historia-que-une-arte-e-tradicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/2025\/05\/16\/caruaru-168-anos-de-uma-historia-que-une-arte-e-tradicao\/","title":{"rendered":"Caruaru: 168 anos de uma hist\u00f3ria que une arte e tradi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>_Historiador destaca a import\u00e2ncia da comemora\u00e7\u00e3o como uma forma de rever e refletir sobre a identidade cultural da cidade_<\/p>\n<p>No dia 18 de maio, Caruaru, localizado no cora\u00e7\u00e3o do Agreste pernambucano, chega aos seus 168 anos de funda\u00e7\u00e3o. A cidade, que, segundo o \u00faltimo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), possui mais de 378 mil habitantes, surgiu a partir de uma fazenda em 1857 e hoje \u00e9 um dos principais polos culturais e econ\u00f4micos de Pernambuco. De acordo com o historiador e professor do Col\u00e9gio GGE, Jo\u00e3o Pedro Holanda, o anivers\u00e1rio vem n\u00e3o s\u00f3 para comemorar a hist\u00f3ria do munic\u00edpio, mas tamb\u00e9m para promover uma reflex\u00e3o sobre as tradi\u00e7\u00f5es e o sentimento de identifica\u00e7\u00e3o do povo caruaruense. <\/p>\n<p>\u201cNo GGE, temos a inten\u00e7\u00e3o de fazer com que os estudantes criem v\u00ednculos profundos com a sua comunidade local, entendendo a cidade n\u00e3o s\u00f3 no sentido geogr\u00e1fico, como um espa\u00e7o delimitado por fronteiras, mas entendendo-a como um lugar onde as pessoas que ali moram pulsam, vivem e se identificam com a hist\u00f3ria e com a cultura\u201d, explica. E, quando se trata da riqueza das tradi\u00e7\u00f5es caruaruenses, existem tr\u00eas elementos que n\u00e3o podem ser deixados de lado: a agricultura, que representa um dos meios centrais de desenvolvimento do munic\u00edpio, o com\u00e9rcio, que coloca a cidade como um grande polo comercial do Estado, especialmente com a Feira de Caruaru, e a arte do barro, com o artesanato e a produ\u00e7\u00e3o de cer\u00e2mica. <\/p>\n<p>\u201cA arte figurativa conecta duas quest\u00f5es fundamentais da cidade e da sua forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, que \u00e9 o apego \u00e0 terra e \u00e0 sua caracter\u00edstica comercial. Para quem deseja conhecer a arte caruaruense, al\u00e9m de ir \u00e0 cl\u00e1ssica e cantada Feira de Caruaru, \u00e9 interessante buscar os ateli\u00eas de artesanato do barro, como a Casa Museu do Mestre Vitalino, os ateli\u00eas ligados \u00e0 fam\u00edlia de Manuel Eud\u00f3cio e os espa\u00e7os ligados \u00e0 Mestra Ernestina e a Mestra Marliete\u201d, ressalta. <\/p>\n<p>Para o especialista, aproximar-se dessa identidade hist\u00f3rica \u00e9 o primeiro passo para a forma\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia cidad\u00e3. Nesse sentido, ele ainda menciona a multiplicidade cultural em torno de Pernambuco e do Brasil todo, o que torna mais especial as caracter\u00edsticas singulares de cada espa\u00e7o. \u201cEm um pa\u00eds t\u00e3o grande como o nosso, n\u00e3o podemos nos prender \u00e0 ideia de uma \u00fanica tradi\u00e7\u00e3o, pois vivemos em um contexto diverso culturalmente. Ent\u00e3o, o que h\u00e1 de concreto na vida das pessoas \u00e9 muito mais do que o espa\u00e7o da cidade, que \u00e9 uma no\u00e7\u00e3o imaginada, mas esse sentimento de pertencimento constru\u00eddo na comunidade, na rua e na escola\u201d, finaliza.<br \/>\nSiga o Instagram do Blog pelo @blogdoedvaldomagalhaes<br \/>\nFoto ilustrativa: Reprodu\u00e7\u00e3o <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>_Historiador destaca a import\u00e2ncia da comemora\u00e7\u00e3o como uma forma de rever e refletir sobre a identidade cultural da cidade_ No&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":63980,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14120],"tags":[30592,27410,2,28801,33612],"class_list":["post-119538","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-blog-com-mais-seguidores","tag-blog-de-caruaru","tag-blog-do-edvaldo-magalhaes","tag-blog-mais-acessado","tag-caruaru-168-anos-de-uma-historia-que-une-arte-e-tradicao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119538","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119538"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119538\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":119547,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119538\/revisions\/119547"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63980"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119538"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119538"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoedvaldomagalhaes.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119538"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}